Na edição anterior do Nossa Força, alertamos sobre o aumento da criminalidade. Percebemos que as ações criminosas avançam em índices crescentes em todas as áreas. Como a vigilância sempre é preventiva, nosso trabalho tem o objetivo de identificar as vulnerabilidades e minimizar os riscos. A atenção é o fator principal para termos êxito na execução do trabalho.

No ano passado, a empresa bateu forte no aspecto do uso do telefone celular no local de trabalho. Trabalhamos o assunto nas entrevistas de candidatos, nas integrações, nas inspeções em postos e nos treinamentos. Reforçamos que essa é uma prática extremamente perigosa, pois tira justamente a atenção do funcionário – ferindo, dessa forma, um dos princípios básicos de nossa atividade. Ainda assim, somos surpreendidos com funcionários utilizando o equipamento durante a jornada. Fique atento, pois isso é considerado falta grave, prevista tanto em cláusula contratual como em convenção coletiva. Não podemos dar chance ao azar. Vamos ter, como meta para 2018, a força de vontade para evitar a tentação de usar o telefone celular.

Trabalhamos também com discrição e confidencialidade de informações. Lembre-se de que nosso trabalho é muito importante. Lidamos diariamente com informações sigilosas e desempenhamos nossa atividade cuidando da vida e do patrimônio de nossos clientes. Consegue perceber o nosso valor?

O fundamental é a convicção da existência de ameaças abundantes e vulnerabilidades constantes. Quanto maior a consciência, mais forte deve ser a corrente de segurança de cada um de nós!

 

Produção de conteúdo: Interna Projetos Editoriais
Jornalista: Cristina Wagner

Ser vigilante é ser cidadão